Formado em 1995, na Flórida, a banda Creed irá gravar um CD e começar sua nova turne. Separados desde 2004, Scott Stapp vocalista da banda disse: ”O tempo nos deu a chance de refletir, amadurecer e aprofundar nossa amizade, química artística, paixão pela música e amor pelos nossos fãs”
O nome do CD ainda não foi divulgado.
O primeiro show do Creed acontece em Pittsburgh, no dia 06 de agosto, e o último agendado até o momento ocorre em Nashville, no dia 14 de outubro.
APERTE PLAY E SEJA BEM VINDO (A)!
APERTE PLAY E SEJA BEM VINDO (A)!
APERTE PLAY E SEJA BEM VINDO(A) !
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O MACACO

VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA
VOU-ME EMBORA pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água.
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver triste mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
- Lá sou amigo do rei
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
o bicho
domingo, 8 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
A ARTE DE SABER OUVIR

Beber as palavras no silêncio
diluir na mente, pausadamente
filtrar incúrias partículas
reter proteínas puras,
surpreender observando
cada nova aurora.
Pressentir o cair das folhas
no Outono prematuro
nuas árvores esculpidas
revestidas pela Primavera
renovação dos ciclos rotineiros.
Existem pessoas que falam sem conhecer...isso por incrível que pareça torna-as arrogantes...pensando que só elas existem...pensando que a fala é tudo....não é verdade temos que aprender a ouvir aos outros...para vc ....pri
chocolate para : Iana Lisa

Frases Mensagens Vestidos Mensagem de Natal Frases de Orkut
Com Chocolate (Nathan de Castro)
Adicionar aos Favoritos do Ilhado
Os corpos com sabor de chocolate
na tarde dos segredos desvendados,
brindavam ao açúcar e ao combate
do amor sobre os lençóis amarrotados.
Palavras de silêncios, no resgate
dos beijos esquecidos nos estrados,
que o tempo despertou para o abate
das rimas solitárias... Sóis passados.
Poética da luz dos novos ventos,
encaixes na perfeita paz do gozo
e os sonhos mergulhados no cremoso
Aroma da canção dos sentimentos.
Hoje, o verso repete em pensamento:
o amor com chocolate é mais gostoso!
ALEKSANDER PUSHKIN

Esta edição reúne cinco célebres histórias de Alexander Pushkin, um dos maiores nomes da literatura russa. O grande personagem deste livro é Belkin, escritor fictício criado por Pushkin e que seria o autor dos cinco contos aqui reunidos - 'O tiro', 'O chefe da estação', 'O fabricante de caixões', 'A sinhazinha' e 'A nevasca'. Esses contos teriam sido encontrados e compilados em livro por um suposto editor.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
A mulher que passa

A mulher que passa
Meu Deus, eu quero a mulher que passa
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me concontrava se te perdias?
Por que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
Que fica e passa, que pacífica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
se fosses um violoncelo...

Se fosses um violoncelo
E estivesses assim, colada a mim,
E os teus cabelos fossem as minhas cordas,
Se o teu corpo estivesse colado ao meu, nas minhas pernas,
No meu peito, e os meus dedos percorressem a tuas cordas,
As notas arcadas sairiam assim, mesmo sem a resina no arco,
Pois o meu ardor arde tanto que sem nada eu faria vibrar o teu coração,
No meu, onde viste poisar, qual sinfonia nova, qual uma nova canção
De amor, de Amor verdadeiro e sincero que cresce num hino de esperança,
Nasce uma nova sonata, que pinto nos meus dedos, correndo essa memória
De em ti tocar, lá dentro, mesmo estando cá fora, mas onde sei que brilha
A minha luz, acesa pelo teu olhar que se cruza com o meu e onde me amarro,
Qual barco na tempestade que no cais procura abrigo e assim fico na tua história!
Quando me sinto assim, em ti, perdido, e em ti me encontro, procuro
Por nós, procuro pelo teu sabor a mar, procuro pelas estrelas dos teus olhos,
Sempre a brilhar, quais faróis numa falésia a avisar que sem rumo
Posso naufragar e me perder dando-me a direcção do teu
Caminho para te encontrar e em ti ficar calmo, sereno
E sossegado, mesmo que a tempestade custe a passar…
Se fosses uma música nova, onde pudesse
Entrar, com a minha alma nua,
E as tuas notas pudesse
Tocar, seria eu um poema
Seria eu a música,
Seria eu,
Outra vez
MOTIVO

MOTIVO
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.
Autora: (Cecilia Meireles)
"MÚSICA AO LONGE"
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Uma palavra: tristeza.
BORRALHEIRA


Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela....
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai....
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom...
Um dia percebemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase:
"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas....."
Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém mas não damos valor a isso.
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim... um dia descobrimos que apesar de viver quase 100 anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras....
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
" Mário Quintana "
Ah!!!!!!! Quintana.. sempre um sábio.... =]
"o mundo da voltas,em uma dessas voltas conheci essa menina...tão linda tão serena...ah!...tomara que a volta que o mundo vai dar, e que ela vai estar,ande logo...poque não vou deixa-lá escapar ... sem um beijo meu ela levar"
...Augusto César
existem pessoas legais,pessoas especias...pessoas inesquecíveis...e por ai vai...mas quando se junta isso tudo não tenho a palavra certa para definir estas pessoas..acho que preciso de um dicionário novo....rsrsrs...te adoro borralheira!
...Augusto César

CANÇÃO EXCÊNTRICA
Ando à procura de espaço...
para o desenho da vida.
Em números me embaraço e perco sempre a medida...
Se penso encontrar saída,
em vez de abrir um compasso,
projeto-me num abraço e gero uma despedida.
Se volto sobre o meu passo, é já distância perdida.
Meu coração, coisa de aço, começa a achar um cansaço,
por esta procura de espaço para o desenho da vida.
Já por exausta e descrida não me animo a um breve traço:
- saudosa do que não faço,
- do que faço, arrependida...
(Autora: Cecília Meireles)
domingo, 1 de novembro de 2009
SAGARANA
O livro é composto pelos seguintes contos:
Carro de boi, com uma junta de bois a mais que no conto Conversa de Bois
* O Burrinho Pedrês
* A volta do marido pródigo
* Sarapalha
* Duelo
* Minha Gente
* São Marcos
* Corpo Fechado
* Conversa de Bois
* A hora e vez de Augusto Matraga
Originalmente, o livro possuía outros três contos:
* Questões de Família
* Uma História de Amor
* Bicho Mau
[editar] Características gerais da obra
[editar] Linguagem
Guimarães Rosa cria neologismos em Sagarana, utilizando-se de palavras formadas por derivações sufixal, prefixal, parassintética e também por abreviação, composição aglutinada e composição justaposta. A obra é repleta de neologismos que se sobressaem em composições e derivações novas, além “de novos tipos de construção frasal”, ditos "neologismos sintáticos”, segundo Mattoso Câmara.
Algumas figuras de linguagem tais como: metáforas, anacoluto e silepse têm também grande destaque. Além disso, o autor faz uso de recursos melopéicos, que são únicos em sua obra. Como disse Guimarães Rosa, “as palavras têm canto e plumagem” (Borba, 1946), e, por isso mesmo, cada uma delas leva a significados diversos, ainda que essa diversidade possa ser muito sutil e só apreendida em um exercício de interpretação. Com efeito, Guimarães apela para os aspectos auditivos (“canto”) e visuais (“plumagem”), fazendo uma verdadeira arranjo sonoro com as palavras. Isso se sobressai principalmente em O Burrinho Pedrês e São Marcos.
[editar] Fabulação
Um burrinho pedrês
É outra característica de Guimarães Rosa que se sobressai em Sagarana: o seu extraordinário poder de fabulação. Suas narrativas, repletas de incidentes, casos fantásticos e imaginários, contém às vezes mais de uma “história” dentro da “história”. É o que se pode notar, principalmente, em O Burrinho Pedrês.
De um modo geral, entretanto, esses casos secundários são postos em função do principal: têm a finalidade de comprovar ou preparar terreno para a história principal.
[editar] Espaço e personagens
Em carta a João Condé, Guimarães Rosa (2001, p.25) revela que Sagarana se passaria no interior de Minas Gerais, na paisagem das fazendas e vaqueiros [1] - mundo da infância e juventude do autor .
As histórias são ligadas entre si pelo espaço em que acontecem, e captam os aspectos sociais, físicos e psicológicos do homem interiorano.
[editar] Provérbios e quadras
É outra característica do estilo rosiano que evidencia um gosto bem popular: o gosto por ditados e provérbios, além das quadrinhas que harmonizam as noites sertanejas, sob um céu palpitante de luar e de estrelas que pululam encantadas dos sons gotejantes das melodias populares.
[editar] Narração
Anopheles o vetor da malária, presente no conto Sarapalha
Os contos O Burrinho Pedrês, A Volta do Marido Pródigo, Sarapalha, Duelo, Conversa de bois e A hora e vez de Augusto Matraga são narrados em terceira pessoa.
A onisciência do narrador nos contos em terceira pessoa é relativizada, acentuando a dimensão mítica, política e a alternância de focos narrativos no transcorrer do texto.
Já nos contos São Marcos, Minha Gente e Corpo Fechado o narrador aparece em primeira pessoa, foco narrativo ilumina os passos do protagonista, mas também revela certas sutilezas que servem para esclarecer o sentido mais profundo da his
Carro de boi, com uma junta de bois a mais que no conto Conversa de Bois
* O Burrinho Pedrês
* A volta do marido pródigo
* Sarapalha
* Duelo
* Minha Gente
* São Marcos
* Corpo Fechado
* Conversa de Bois
* A hora e vez de Augusto Matraga
Originalmente, o livro possuía outros três contos:
* Questões de Família
* Uma História de Amor
* Bicho Mau
[editar] Características gerais da obra
[editar] Linguagem
Guimarães Rosa cria neologismos em Sagarana, utilizando-se de palavras formadas por derivações sufixal, prefixal, parassintética e também por abreviação, composição aglutinada e composição justaposta. A obra é repleta de neologismos que se sobressaem em composições e derivações novas, além “de novos tipos de construção frasal”, ditos "neologismos sintáticos”, segundo Mattoso Câmara.
Algumas figuras de linguagem tais como: metáforas, anacoluto e silepse têm também grande destaque. Além disso, o autor faz uso de recursos melopéicos, que são únicos em sua obra. Como disse Guimarães Rosa, “as palavras têm canto e plumagem” (Borba, 1946), e, por isso mesmo, cada uma delas leva a significados diversos, ainda que essa diversidade possa ser muito sutil e só apreendida em um exercício de interpretação. Com efeito, Guimarães apela para os aspectos auditivos (“canto”) e visuais (“plumagem”), fazendo uma verdadeira arranjo sonoro com as palavras. Isso se sobressai principalmente em O Burrinho Pedrês e São Marcos.
[editar] Fabulação
Um burrinho pedrês
É outra característica de Guimarães Rosa que se sobressai em Sagarana: o seu extraordinário poder de fabulação. Suas narrativas, repletas de incidentes, casos fantásticos e imaginários, contém às vezes mais de uma “história” dentro da “história”. É o que se pode notar, principalmente, em O Burrinho Pedrês.
De um modo geral, entretanto, esses casos secundários são postos em função do principal: têm a finalidade de comprovar ou preparar terreno para a história principal.
[editar] Espaço e personagens
Em carta a João Condé, Guimarães Rosa (2001, p.25) revela que Sagarana se passaria no interior de Minas Gerais, na paisagem das fazendas e vaqueiros [1] - mundo da infância e juventude do autor .
As histórias são ligadas entre si pelo espaço em que acontecem, e captam os aspectos sociais, físicos e psicológicos do homem interiorano.
[editar] Provérbios e quadras
É outra característica do estilo rosiano que evidencia um gosto bem popular: o gosto por ditados e provérbios, além das quadrinhas que harmonizam as noites sertanejas, sob um céu palpitante de luar e de estrelas que pululam encantadas dos sons gotejantes das melodias populares.
[editar] Narração
Anopheles o vetor da malária, presente no conto Sarapalha
Os contos O Burrinho Pedrês, A Volta do Marido Pródigo, Sarapalha, Duelo, Conversa de bois e A hora e vez de Augusto Matraga são narrados em terceira pessoa.
A onisciência do narrador nos contos em terceira pessoa é relativizada, acentuando a dimensão mítica, política e a alternância de focos narrativos no transcorrer do texto.
Já nos contos São Marcos, Minha Gente e Corpo Fechado o narrador aparece em primeira pessoa, foco narrativo ilumina os passos do protagonista, mas também revela certas sutilezas que servem para esclarecer o sentido mais profundo da his
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